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Mundial de menores: Osmar Scherer fala sobre convocação, objetivos, expectativas e mais

Published: novembro 11, 2023
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13 Min lido

Os menores da Seleção Brasileira de Padel já estão em Assunção no Paraguai, onde começa em poucos dias o Campeonato Mundial de Menores. Pouco antes do embarque, o Super Padel aproveitou um encontro com Osmar Scherer, técnico na Seleção Masculina de Menores, para conversar sobre a preparação para a competição, convocação, expectativas e muito mais. Confira a entrevista na íntegra.


Acompanhamos uma série de encontros dos treinos oficiais das seleções de base durante o ano. Pode resumir para nós os aspectos que foram trabalhados ao longo de 2023?

A gente começou a temporada fazendo o treino aberto em fevereiro, para todos os menores em Santa Maria – RS, onde computamos os dados de todos que foram no terreno. Tinha mais de 130 crianças. A partir daí, após, o brasileiro, tivemos um treino que era fechado para os oito melhores atletas do ranking de cada categoria. Aí a gente fazia testes físicos na quinta, e treinos técnicos, táticos de sexta a domingo de manhã.

Foi importante a coleta de dados para as decisões não serem mais de forma empírica: eu acho que aquele está mais rápido – eu acho que ele erra menos. Agora tudo está embasado em dados.

Como funciona essa coleta?

A coleta dos dados varia de acordo com a minha intenção no treino. Uns 15 dias antes, eu conversava com o Lorenzo, explicava o que eu queria que fosse avaliado no atletas, como a quantidade de erros de devolução, a quantidade de erros de primeiro voleio, as bolas agressivas que a gente fez, uma zona na quadra onde a bola que fosse depois daquilo era considerada agressiva, bola que fosse antes dessa zona era considerada bola entre aspas, chocha, que ficaria fácil a devolução. Trabalhamos muito com a ideia do “lob e sobe”, então o lob bom, o cara subia.

Então a gente englobava dentro da quadra vários aspectos que era treinado, além de botar as duplas que não jogavam juntos o ano inteiro para jogar alguns jogos juntos, para a gente poder avaliar ele com outro parceiro, o rendimento do atleta com o outro parceiro.

Como você vê a evolução da equipe com estes novos acompanhamentos, em especial com a possibilidade de utilizar as estatísticas coletadas?

A evolução da equipe para mim foi de suma importância. As idas à Santa Maria, a tabulação de dados, porque a gente entra para sair da zona empírica, que é o que a gente acredita que está certo e começa a ir para números. Números é uma ciência exata que não tem erro. Em Santa Maria tem mais olhos nos ajudando a melhorar a equipe, trabalhar melhor eles durante o ano. Quem tinha que ser mais agressivo, quem tinha que jogar mais avançado, quem tinha que trabalhar melhor, as escolhas da bola, quem estava errando de mais, quem estava errando de menos, quem estava jogando certo e quem estava jogando mais errado. Porque existe uma forma de jogar que está se jogando hoje em dia, principalmente a nível profissional lá fora, que a gente está tentando trazer aos poucos para dentro da seleção.

Então, ter a coleta de dados para mim foi de suma importância, e percebemos que no final ela acabou defendendo os nossos argumentos. E quando a gente ia discutir sobre tal atleta, abria a planilha, analisava ele lá, e a gente via que realmente aquilo que a gente estava enxergando na quadra estava se confirmando pelos números.

Qual a expectativa para a seleção masculina?

A gente embarca para o Mundial com a expectativa de fazer jogos melhores, de ver uma seleção mais comprometida em competir e não de ir para uma colônia de férias. Expectativa em resultado, a gente tem que esperar sair os sorteios, porque os sorteios definem quem a gente pega no grupo, com quem a gente cruza, então isso vai definir qual é a meta de posição que a gente vai buscar.

Mas a expectativa maior é de fazer bons jogos, com países que nos nós não colocávamos dificuldade, colocar a dificuldade. De ver eles (jogadores) se movimentando melhor, jogando mais posicionados em quadra, sendo mais agressivos. Isso tudo é um trabalho que a gente vem construindo, não para hoje, talvez o trabalho que a gente começou agora, nesse ano, a gente fez os frutos daqui a três, quatro anos, mas eu já quero ver resultados neste Mundial.

Quais critérios foram avaliados para a convocação para o Mundial?

Sobre a convocação, quando saiu o local e a época do ano, a gente foi pesquisar a temperatura média, se seria quadra aberta ou quadra coberta, se tem muito vento, se chove, se não chove… A gente foi pesquisar o ambiente que a gente jogaria. Após isso a gente chegou à conclusão sobre a forma que a gente queria jogar. Com a forma definida, avaliamos quais os atletas que a gente acredita que corresponderão melhor às nossas expectativas. Então, é muita coisa envolvida para chegarem depois e falarem que tem panela ou que tem os protegidos.

A gente conversou com eles em fevereiro, no treino aberto, que o primeiro passo seria a confiança que a gente tinha no atleta, do que ele vinha fazendo durante o ano e nos mostrando confiança, e que outros aspectos como trabalho em grupo, aspectos físicos, acompanhamento mental, nutricional lesões, tudo isso contribuiria para que o atleta estivesse 100% pronto para a disputa do Mundial.

Desses aspectos, a gente tem um profissional de cada área. A seleção tem preparador físico, que é o Brian, fisioterapeuta, que é o Rafa, a psicóloga esportiva, que é a Rafa, temos a nossa nutricionista, que é a Maria Helena, eu, como técnico e o Tite como auxiliar técnico. Tínhamos ainda o Lorenzo, que é o coordenador do projeto em Santa Maria, e o Marcelo, que é o diretor dos menores nas nossas reuniões para convocação

Então a convocação é feita por uma equipe, não só pelo técnico?

A gente fez cerca de seis, sete reuniões para debater os nomes dos atletas, onde todos têm o mesmo poder de escolha. Todos opinaram para decidir. Então ela não é uma escolha minha, ela é uma escolha da equipe. Então, não tem panela, não tem protegido, porque foi umas sete pessoas que opinaram nas escolhas, o único que não opinou de forma definitiva nas escolhas foram o Lorenzo e o Marcelo, que davam a opinião deles, mas não defendiam nenhuma convocação. Só quem definia era a equipe técnica mesmo, que dentre tudo o que a gente levou em consideração a parte física, mental, alimentação, lesão, parte técnica, tática, a confiança que a gente tinha no atleta, o comportamento dele dentro e fora de quadra, a gente chegou nesses quatro nomes aí que a gente acredita serem os melhores competidores que temos para esse Mundial.

Como estão os preparativos para a viagem? Qual o cronograma até o início da competição?

A gente teve o último treino em outubro, em Santa Maria, onde a gente colocou em alguns momentos as duplas da Open para jogar. Em outros momentos botamos só as nações, demos ênfase no que a gente queria trabalhar em situação tática, técnica e opção de lado.

Temos na 18 anos, quatro atletas que jogam dos dois lados, na 16 anos, três que jogam dos dois lados e um canhoto, e na 14, a gente tem três atletas que jogam dos dois lados. Então a gente vai com uma equipe que a gente pode mexer as peças até durante o jogo para tentar mudar alguma coisa que por ventura não estiver funcionando.

Reuniremos toda a delegação sexta-feira à noite no Paraguai, para dormir todo mundo no mesmo horário, acordar todos no mesmo horário, almoçamos juntos, café juntos, janta junto. À partir de sábado de manhã é foco 100% no Mundial.

Vamos ter dois treinos no Paraguai antes de começar a competição, sábado pela manhã e em quadra e sábado a tarde na academia. Domingo de manhã em quadra novamente.

Além dos desafios das seleções, temos ainda as disputas por duplas (open). Como estamos representados nesta modalidade?

Todas as duplas brasileiras estão jogando a Open em alto nível, cada uma com seu objetivo pessoal e sempre com grandes chances. Nós temos o Didi, que jogou agora o Panamericano, um profissional que vai jogar o outro parceiro dele na 16, que é uma dupla que a gente acredita que tenha bons resultados. Temos o Pedro Kaminski e o Antônio. O Pedro veio de uma temporada na Argentina mais intenso, mais rápido, então acredito que consiga ter bons resultados. Na 14 anos a gente tem o Tiaguinho, que é um cara acima da média na categoria dele. Então acredito que teremos bons resultados na Open.

Na questão da Open, eu tenho uma vontade minha de acompanhar a gurizada da Sub12, especialmente os atletas Nico e Henrique Cunha além do Murilo e Dudu, porque eu acredito que no Pan a gente já foi muito euqilibrado com a Argentina nessa categoria, e eu gostaria de ver de perto, no Mundial, para ver se a gente está no caminho certo de começar a trabalhar tático, técnico e correções também na 12, para tentar diminuir essa diferença, porque aqui no Brasil a gente sempre deu valor só para quando a pessoa entrava na seleção, que era com 13 anos. E eu acredito que isso foi o que atrasou muito o desenvolvimento do Brasil como equipe de menores. Então, hoje a gente já começa com os guris da 12, e se tudo der certo, ano que vem a gente já começa com a 10 anos também nos treinos. Então acredito que esse rendimento da 12 vai validar se esses treinos devem ser mais puxados para a 10 e 12, ou não.

Alguma mensagem para nós, que vamos ficar torcendo daqui?

A mensagem que eu quero deixar pro pessoal que tá aí na torcida é que esqueçam as picuinhas, o gostar ou não gostar do trabalho que a gente vem fazendo e torça pelo Brasil, porque todo resultado, as conquistas que a gente tiver lá, são para todos que aqui estão. No ano que vem a gente entra mais respeitado, mais valorizado na competição. Então levem o Brasil acima dos nomes que estão lá, é a nação que está sendo representada.


Maycon Henschel, da redação.


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Redator e fundador do Portal Super Padel, o maior portal dedicado ao pádel no Brasil. Praticante de pádel há mais de três anos, me apaixonei pelo esporte e transformei essa paixão em profissão.
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